A importância das mães adoptivas no RIAS

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Para uma recuperação eficaz e bem-sucedida das pequenas crias que ingressam no RIAS, é necessário adaptar o processo de recuperação à espécie. Desde o alimento e o horário a que é fornecido, até à ‘decoração de interior’ que é adequada a cada um destes animais. São medidas necessárias para que se sintam no seu habitat natural.

Para além disto, algumas das aves que nos chegam são nidífugas, ou seja, após o nascimento abandonam o ninho. Nesta fase irão seguir o progenitor em busca de alimento, e adquirir os mesmos comportamentos. Esta característica pode tornar o processo de recuperação mais complexo e difícil. De forma a aumentar a probabilidade de recuperação destes animais, o RIAS conta com alguns exemplares de fêmeas adultas irrecuperáveis para assumir a importante função de mãe adoptiva. 

Esta é uma opção utilizada muitas vezes quando as jovens crias já estão estabilizadas e saudáveis. Ficam então acompanhadas por uma fêmea adulta que deverá conseguir produzir as vocalizações da espécie, nadar e alimentar-se, de forma a mostrar às crias qual o comportamento natural a ter.

 
Foi o que aconteceu no no início do mês, quando ingressaram várias crias de patos selvagens. Sob a guarda atenta de uma mãe adoptiva, os pequenotes estão a aprender a alimentar-se

Filmado na altura do ingresso.

Fotografia atual dos patos.

Há cerca de uma semana, ingressou uma outra cria, desta vez de perdiz (Alectoris rufa). Tal como aconteceu com os patos, esta pequena ave não apresentava lesões físicas, precisando apenas de crescer e aprender a ser autónoma. E também esta está com uma mãe adoptiva. Foi adoptada por uma codorniz, que lhe dá abrigo debaixo das suas asas, e que a acompanha na hora da alimentação.




Estas mães adoptivas fazem com que as crias se sintam seguras e acompanhadas pelo progenitor, fazendo com que fiquem mais calmas, se alimentem melhor e tenham uma maior taxa de sobrevivência.  

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