Devoluções à Natureza de dia 14 de Setembro

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Devolução à Natureza de uma garça-real (Ardea cinerea),  de duas cegonhas-brancas (Ciconia ciconia), de duas garças-boieiras (Bubulcus ibis), de dois galeirões-comuns (Fulica atra), de dois guinchos-comuns (Chroicocephalus ridibundus), de uma gaivota-de-cabeça-preta (Ichthyaetus melanocephalus) e de uma frisada (Anas strepera)
Quinta de Marim – Olhão
14 de Setembro de 2018

Uma garça-real foi devolvida à Natureza no dia 14 de Setembro. Esta garça chegou ao RIAS bastante debilitada mas sem lesões aparentes. O processo de recuperação foi rápido e consistiu na disponibilização de alimento adequado e abundante. Antes de ser devolvida à Natureza realizaram-se alguns treinos de voo para se ter a certeza de que a garça estava a voar correctamente.






Foram devolvidas à Natureza duas cegonhas-brancas no mesmo dia. Uma delas foi encontrada após ter caído do seu ninho e a outra apresentava um traumatismo na asa esquerda. No caso da cria foi necessário ensiná-la a voar e a alimentar-se sozinha mas, como ambas as cegonhas foram colocadas juntas na mesma instalação, este processo de aprendizagem foi mais rápido e fácil. Assim que ambas começaram a voar em perfeitas condições foram devolvidas à Natureza.

Duas crias de garça-boieira foram entregues no RIAS pouco depois de terem caído dos seus ninhos. Foi necessário alimentá-las com bastante frequência até que começassem a alimentar-se sozinhas. 


Foram então colocadas numa instalação com mais garças da mesma espécie onde puderam aprender a caçar e a voar. Assim que esta etapa foi concluída com sucesso foram ambas devolvidas à Natureza na Quinta de Marim, em Olhão.

Duas gaivotas-de-cabeça-preta e um guincho-comum foram também devolvidos à Natureza. Uma das gaivotas tinha um traumatismo na asa esquerda, as outras duas aves estavam bastante debilitadas. No caso da gaivota com o traumatismo o processo de recuperação consistiu na realização de várias sessões de fisioterapia, seguidas de treinos de voo até que estivesse apta para ser devolvida à Natureza. 


As outras duas aves tiveram de receber tratamento com recurso a fluido-terapia e alimentação adequada durante os primeiros tempos no RIAS. De seguida iniciaram-se os treinos de voo e, assim que ambas começaram a voar em condições, foram também devolvidas à Natureza.




Foram entregues no RIAS dois galeirões-comuns e uma frisada provenientes de uma estação de tratamento de águas residuais. Estas aves apresentavam sintomas de doença, estando bastante debilitadas. 


Com recurso a fluido-terapia e a uma alimentação cuidada numa primeira fase, as três aves recuperaram a sua condição física. 




Já numa instalação exterior foram iniciados os treinos de voo e, pouco depois, foram finalmente devolvidas à Natureza na Quinta de Marim.







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