Devoluções à Natureza de dia 4 de Julho de 2014

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Devolução à Natureza de uma gaivota-de-patas-amarelas (Larus michahellis)
Quinta de Marim – Olhão
4 de Julho de 2014


Esta gaivota-de-patas-amarelas ingressou no RIAS com sintomas de uma doença que causa debilidade e desidratação extremas. Como não se conseguia levantar nem alimentar sozinha, inicialmente foi necessário alimentá-la com a ajuda de uma pinça e administrar fluídos para hidratá-la, até que o conseguisse fazer por si. Foi posteriormente submetida a treinos de voo, tendo sido devolvida à natureza por um técnico do RIAS.







Devolução à Natureza de 3 águias-d’asa-redonda (Buteo buteo)
Alportel – São Brás de Alportel
4 de Julho de 2014



As águias-de-asa-redonda foram recolhidas pelos vigilantes do Parque Natural do Vale do Guadiana, após terem caído do ninho, e foram entregues ao RIAS pelos vigilantes do Parque Natural da Ria Formosa. Como ainda eram juvenis, foi necessário alimentá-las até que crescessem todas as penas necessárias ao voo, tendo sido posteriormente submetidas a treinos de voo e caça. Foram libertadas por técnicos e voluntários do RIAS.

Devolução à Natureza de duas corujas-das-torres (Tyto alba)
Alportel – São Brás de Alportel
4 de Julho de 2014

           

As duas corujas-das-torres foram capturadas pelos vigilantes do Parque Natural do Vale do Guadiana, após terem caído do ninho, e entregues ao RIAS pelos vigilantes do Parque Natural da Ria Formosa. Como ainda eram crias, foi necessário alimentá-las com a ajuda de uma pinça até que crescessem todas as penas necessárias ao voo. Foram então submetidas a treinos de voo e caça, tendo uma delas sido devolvida à natureza pela sua madrinha, e a outra por um técnico do RIAS.






Devolução à Natureza de duas corujas-do-mato (Strix aluco)
Alportel – São Brás de Alportel
4 de Julho de 2014


Estas corujas-do-mato foram capturadas pelos vigilantes do Parque Natural do Vale do Guadiana, após terem caído do ninho, e entregues ao RIAS pelos vigilantes do Parque Natural da Ria Formosa. Como ainda eram muito jovens e não comiam sozinhas foi necessário proceder à sua alimentação com a ajuda de uma pinça, até que crescessem todas as penas necessárias ao voo. Foram então submetidas a treinos de voo e caça, tendo sido libertadas por técnicas do RIAS.






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